terça-feira, 28 de setembro de 2010

Programa Biocidade em Curitiba


A biocidade pode ser guia para a reorientação de um novo estilo de vida urbano. A preservação ambiental é um dos pilares estratégicos do processo de planejamento que a cidade de Curitiba vem realizando há mais de 40 anos.
O programa de biocidade tem por objetivo reduzir perdas de biodiversidade local envolvendo ações especificas como a reintrodução de plantas nativas, a erradicação de plantas exóticas e educação ambiental.
Ao considerar a preservação da biodiversidade urbana sob uma perspectiva sistemática, Curitiba tranqüiliza um fato: a sustentabilidade ambiental do planeta depende, necessariamente, da sustentabilidade das cidades.
O programa de BIOCIDADE, lançado em 2007, aprimora conceitos de gestão ambiental, abrange projetos que abordam um amplo conjunto de questões urbanas e apresenta um menu importante de soluções inovadoras.
Entre os projetos abordados encontra-se o projeto plantas nativas ornamentais que busca resgatar a biodiversidade urbana, através da utilização da flora regional nativa.

O programa inclui ainda, projetos com o objetivo de substituir espécies invasoras com espécies florestais nativas, tendo como objetivo reduzir os impactos ambientais, tais como a luta contra as espécies nativas por espaço e alimento, propagação de doenças e mudanças drásticas nas características dos ecossistemas.

Através do Programa de BIOCIDADE, 80 mil mudas ornamentais foram plantadas em Curitiba, as aves, a fauna aquática, os macroinvertebrados e os mamíferos também merecem atenção especial do programa, através Nativa e do Projeto Fauna Exótica.
As ações de Educação Ambiental alcança grande repercussão na comunidade, através da distribuição de cartilhas e folhetos que destacam a biodiversidade da vida no ecossitema urbano. Algumas escolas são bosques nas proximidades, que foram adotados como no exterior laboratório, onde as crianças interagem com a natureza e levam para casa noções básicas de responsabilidade ambiental.

A cidade de Curitiba foi escolhida para receber o prêmio Globe Award Sustainable City 2010, ofertado pelo Globe Forum, entidade sueca que reúne empreendedores preocupados com a sustentabilidade global. A cidade foi escolhida por unanimidade pelo comitê, com a apresentação do programa Biocidade, que condiciona todas as ações do município à questão ambiental. Entre outras coisas, o programa incentiva a população a conhecer as espécies vegetais nativas da capital e região metropolitana para ajudar a preservá-las.
Muito antes o mundo ficou preocupado com o aquecimento global, Curitiba já estava planejada para reduzir a emissão de carbono, oferecendo a população um sistema de transporte de massa, ao mesmo tempo confortável, rápido, eficiente e econômico: o ônibus. Menos carros nas estradas, o trafego mais organizado, menos poluição. Mais conforto, mais rapidez e mais economia para o usuários, a cidade creceu ao longo dos eixos do massa sistema de transporte.

Curitiba talvez seja uma das cidades que tem maior preocupação com a meio ambiente, com os impactos ambientais que vem ocorrendo, inclusive no Brasil, o programa da Biocidade é uma maneira bem clara de Curitiba demonstrar essa preocupação e tentar fazer com que, as pessoas, não só da cidade mais do restante do mundo tomem consciência do que está acontecendo e tentar fazer algo para amenizar os impactos que ainda estão por vir. Não pensar apenas em "itens" isolados, mais pensar em um todo, como plantas nativas, questão dos animais, poluição, coisas que juntas causam grandes problemas para a cidade, para o planeta, para todo o Universo.

http://www.orbitas.com.br
www.biocidade.curitiba.pr.gov.br/


Patrícia Goulart

Carros Ecológicos: A um passo da realidade.


Carros Ecológicos: A um passo da realidade.

A necessidade para aquisição de um automóvel é cada vez maior em todo o mundo, seja por falta de transporte público, comodidade, ou vaidade, e essa quantidade imensa de carros rodando 24 horas por dia agrega ao planeta, às vezes inconscientemente, a poluição, pois os carros são a principal fonte de contaminação do ar: os gases emitidos pelos mesmos são responsáveis por 40% da poluição nas grandes cidades, a queima de gasolina liberta o monóxido de carbono, e respirar este gás faz mal para o coração, provoca náuseas, enjôo, dor de cabeça e prejudica os pulmões. E pode-se salientar também outro fator negativo do automóvel que é a utilização desenfreada de um recurso não-renovável: o petróleo.




Pensando nesse problema, já existem no mercado carros elétricos, que causam menor impacto ao meio ambiente, pois são movidos por motores elétricos, utilizam baterias recarregáveis e dispensam o emprego de gasolina. Eles também geram menos poluição sonora.
O marcador de combustível é semelhante nos dois tipos de veículos e se a bateria ficar fraca, o medidor do carro elétrico aponta para baixo, assim como a falta de gasolina.



Um quilômetro em um carro elétrico custa aproximadamente sete centavos, e em um carro movido à gasolina vinte centavos. Porém, as baterias duram por cerca de 30 mil km e custam quatro mil reais. Na média final, o carro elétrico consome vinte e dois centavos por quilômetro, dois a mais que os carros tradicionais. Contudo, o meio ambiente agradece, e essa tecnologia pode ser aprimorada gerando ainda mais economia aos usuários.




E ainda, quando inutilizados na garagem, os carros podem servir não só para estabilizar a rede elétrica, mas também como fonte de suprimento no caso de falta de energia.
Estimativas indicam que, daqui a 10 anos, até 50% dos novos carros nos Estados Unidos serão elétricos.
E no Brasil a Fiat lançará um modelo do Fiat Palio Weekend na sua versão elétrica no ano de 2011, e será o primeiro carro elétrico produzido no Brasil. O carro é praticamente igual ao um carro movido a combustível.

Referências:
http://veja.abril.com.br/multimidia/galeria-fotos/carro-eletrico-brasileiro
http://www.atitudessustentaveis.com.br
http://ambilog2006.blogspot.com/2006/12/os-carrose-poluio.html



Aluna: Talita Fraga Rinaldi
Arquitetura e Urbanismo
Prof. Michelle Benedet

DONGTAN - A primeira cidade sustentável do mundo, na China.



Fonte: (http://popupcity.net/page/21/)



Fonte: (http://www.virtualpoleis.it/galleria_fotografica.php?id_primopiano=176&immagine_i=3)


O governo chinês está erguendo um projeto que promete mudar o cenário local. Trata-se da cidade de Dongtan, que deverá se tornar a primeira cidade ecológica do mundo em 2010.



Fonte: (http://www.wired.com/wired/archive/15.05/feat_popup_sb.html)

“A cidade sustentável que queremos construir promove inovações e mudanças fundamentais na infraestrutura social, económica e ambiental. As principais operações ajustam estas infraestruturas como suportes: a infraestrutura social, como suporte da mobilidade social, inclusão e competitividade; a infraestrutura económica, como suporte de incentivos que promovam uma base económica sustentável e competitiva; e a infraestrutura ambiental, como suporte da qualidade de vida. Finalmente, a infraestutura física deve ser um suporte flexível e facilitador das outras infraestruturas.” (Fonte: Equipe multidisciplinar, a ARUP, dirigida pelo arquitecto chileno Alejandro Gutierrez)


Fonte:(http://oursurprisingworld.com/7-modern-wonders-of-green-technology-conceptual-and-actual-ecological-designs-of-the-future-2/)

A abertura da Exposição Mundial de 2010 em Shanghai marcará a revelacão da eco-cidade recentemente construída de Dongtan. A primeira de quatro eco-cidades a ser construídas na China pela Arup, Dongtan, será amiga do ambiente, com emissões zero de efeito de estufa e sistemas auto-suficientes de água e de energia.
Nesse contexto, ganha importância o conceito de ecocity – uma cidade pensada para ser inteiramente sustentável, como Dongtan, na China.



Fonte: (http://www.jeffreyching.com/2008/04/21/dongtan-eco-city/)

A cidade está a ser projetada como um conjunto de pequenos bairros, para que os percursos sejam preferidos em vez dos amigos do carros. O planejamento urbano em pequenos núcleos favorecerá deslocamentos a pé ou de bicicleta.



Fonte: (http://blog.lib.umn.edu/evans391/architecture/)

Dongtan gerará todas as suas necessidades de energia a partir das fontes renováveis, com emissões zero produzidas pelos veículos citadinos.
Um centro de energia controlará a geração através das turbinas de vento, dos combustíveis biológicos e do material orgânico reciclado.
Uma grande parte do lixo e desperdícios será reutilizado, e o lixo orgâncio será adubado ou usado como biomassa para a produção energética adicional.



Fonte (http://markitscience.blogspot.com/2008_02_01_archive.html)

A água do saneamento será processada para a irrigação e adubagem, e daqui não haverá nenhum desperdício nas operações de descarga.
A cidade está sendo projetada como uma vila, onde as casas serão planejadas para tirar o melhor proveito possível das condições naturais do clima, diminuindo o uso de sistemas de aquecimento ou resfrimento, que consomem muita energia, os prédios terão no máximo 6 andares, dispensando o uso de elevadores, também visando o consumo de energia.



Fonte: (http://on10.net/blogs/jesse/Greenprint-for-the-future-Dongtan-China/)

A primeira fase de Dongtan, uma vila costeira com uma população de 20.000 pessoas, estará concluída em 2010, e espera-se que 80.000 habitem este pedaço de paraíso em 2020.




Fonte: (http://me222.wordpress.com/2008/05/06/)

POSTAGEM:

ARQUITETURA E URBANISMO - 2010-02
UNISUL - UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA
ACADÊMICA: RAIANE ZAPELINI DA SILVA
DISCIPLINA: HABITABILIDADE II
PROFA: MICHELLE BENEDET

Programas de reciclagens


Será que o homem está preparado para começar a realizar tarefas ‘simples’ como a de dar destinação adequada ao lixo produzido???
Hoje o lixo é uma das grandes preocupações para o mundo inteiro. Só no Brasil, cada pessoa gera, em média, um quilo de lixo por dia, alcançando um total anual de 55 trilhões de quilos.
O lixo brasileiro é como um dos mais ricos do mundo, mas o grande problema é que não está sendo dada a devida importância às questões relativas ao saneamento ambiental, à coleta e principalmente a destinação adequada dos resíduos. Os lugares onde a população acaba jogando os lixos, como em nascentes, córregos, margens de rios e estradas, atraem desempregados e famintos, que sobrevivem catando lixo, e então provocam problemas ambientais graves e poluem as águas, que muitas vezes são captadas para consumo.
Em todo o canto do Brasil, não somente em grandes capitais como em cidades pequenas, encontramos catadores de lixo, situação desagradável, fruto da MISÉRIA, do DESEMPREGO e da busca pela SOBREVIVÊNCIA.
O programa da Unicef preconiza a necessidade de mudar a vidas dos que vivem em condições de absoluta pobreza. Com as alternativas: catação nos lixões por coletas seletivas, com a participação das famílias dos catadores, gerando postos de trabalho e renda para as mesmas.
Cerca de 35 % do lixo coletado poderia ser reciclado e outros 35 % poderiam ser transformados em adubo orgânico. E a reciclagem gera novos empregos, inclusão social, preservação, diminuição da poluição, reutilização e economia, comercialização e receita, consciência e qualidade de Vida.
As devastações, falta de espaço para armazenar, contaminações, proliferação de doenças, muita pobreza e fome, são problemas encontrados com a falta de reciclagem.
Em alguns municípios brasileiros já contam com a coleta seletiva de lixo e usinas de reciclagem. Como por exemplo Curitiba (PR), com o programa "Lixo que não é lixo", implantado há 10 anos, é exemplo de experiências bem sucedidas.
Mas, de acordo com o levantamento da Unicef sobre a destinação final do lixo no Brasil, constata-se uma precária situação na maioria dos municípios: 88% deles não possuem conselho de meio ambiente, tido como principal instrumento de controle dos problemas ambientais. Apenas 34% das cidades têm um órgão ambiental especifico, em 25% são outras instâncias que respondem pela área ambiental e em 41% não há qualquer órgão responsável pela gestão ambiental. (COMPAM)



Fontes: http://www.compam.com.br/art_lixodia.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Reciclagem

Laila Tramontin

Novas reportagens!!

Novas reportagens sobre sustentabilidade e meio ambiente serão postadas pelo 3º semestre da turma 2009/2.



(fonte: Carlos Ruas)

quinta-feira, 6 de maio de 2010

RECICLAGEM DE LIXO ORGÂNICO

RECICLAGEM DE LIXO ORGÂNICO

Todos nós produzimos lixo orgânico diariamente. O problema começa dentro de nossas casas devido à má separação e vai parar nos aterros sanitários . A principal característica do lixo orgânico é a possibilidade da decomposição com intervalos relativamente curtos. Temos dois tipos de reciclagem do lixo orgânico que são: Compostagem e a minhocultura ( técnica mais utilizada para pessoas que moram em apartamentos e não possuem espaço para fazer a compostagem). Mandar o lixo orgânico para os aterros sanitários, através da coleta pública é um enorme erro, uma saída muito fácil, mas uma atitude criminosa contra o meio ambiente. A Natureza não é uma lixeira, e temos que mudar nosso comportamento com relação ao lixo orgânico, pois os prejuízos são enormes: coleta extremamente cara, proliferação de doenças entre as pessoas que buscam alternativas de sobrevivência nos aterros sanitários, situação ideal para o desenvolvimento de insetos transmissores de doenças, produção do chorume altamente poluente dos solos e dos lençóis freáticos, entre outros. Lembrem-se: a Natureza é vingativa com quem a maltrata! Então, a pergunta que não quer calar-se: O que faço com meu lixo orgânico? Aonde devo colocar os restos de comida, as cascas de frutas e legumes? E os galhos e as folhas, devo queimar? E a canja que azedou na geladeira: faço o quê? A resposta é muito simples: dêem para as minhocas, elas vão adorar!

HISTÓRIA DO LIXO ORGÂNICO
A matéria orgânica é definida biologicamente como matéria de origem animal ou vegetal e geologicamente como compostos de origem orgânica, encontrados sob a superfície do solo. Os papéis, que são feitos com fibra vegetal, também são considerados matéria orgânica, porém, trataremos dele separadamente. Falaremos aqui do aproveitamento de restos de comida (cascas de frutas e verduras, folhas, talo, etc) para a fertilização do solo, num processo conhecido como COMPOSTAGEM.

COMPOSTAGEM: A RECICLAGEM NA NATUREZA

A compostagem é um processo de transformação que pode ser executado com parte do nosso lixo doméstico resultando em um excelente adubo para ser utilizado em hortas, vasos de plantas, jardins ou algum terreno que você tenha disponível. Este é um dos métodos mais antigos de reciclagem onde imitamos os processos da natureza para melhorarmos a terra. O conceito de resíduo na natureza passou a existir com a sua excessiva geração aliada à crescente produção e uso de materiais sintéticos que não se degradam facilmente , além da utilização de substâncias químicas perigosas, como tintas, solventes e metais pesados utilizados em baterias, entre outras. Devido à falta de separação prévia na fonte geradora (residências, restaurantes e outros) existem resíduos orgânicos que não são compostáveis misturados aos que são. Além disso, elementos químicos perigosos ao meio ambiente e à saúde contaminam o composto e comprometem a sua qualidade. Segundo estudos feitos na Usina de Compostagem de Irajá, no Rio de Janeiro, existe cerca de 5% de metais pesados por Kg de composto. Esse elevado percentual de metal pesado e de material orgânico não compostável em nosso lixo retrata o baixo percentual de resíduo orgânico que é transformado em composto, não só no Brasil, com somente 1%, mas em países que já fazem a separação prévia de seus materiais, como a Alemanha cujo índice chega a 5%.



DICAS IMPORTANTES
• Pelo método de aterramento, o material não precisa ser revolvido;
• Equilibre a umidade do material (ele não deve ficar nem muito úmido nem muito seco);
• Preste atenção aos exemplos a seguir. São as dificuldades mais comuns dos métodos de leira e composteira:

VANTAGENS DA COMPOSTAGEM
• Enriquece a terra em alimento para as plantas.
• Reduz a quantidade de lixo.
• Melhora a aeração do solo
• Evita as queimadas que poluem o ar e incomodam a vizinhança.

IMPORTÂNCIA DA COMPOSTAGEM:
o Reduz a quantidade de lixo nos depósitos;
o Enriquece a terra em nutrientes para as plantas;
o Evita as queimadas que poluem o ar e incomodam a vizinhança;
o Auxilia na agregação do solo melhorando a sua estrutura;
o Ajuda na aeração e na habilidade de reter água e nutrientes, e soltá-los lentamente para uso das plantas ao seu redor;
o Melhora a drenagem nos solos argilosos e a retenção da água nos solos arenosos; o Reduz a necessidade de usar herbicidas e pesticidas.



MINHOCULTURA

O minhocário é uma fazenda de minhocas que ajuda a reciclar os restos de comida e transformar o substrato em húmus, um composto muito rico que pode ser usado como biofertilizante em hortas e jardins.

Observações: As minhocas não gostam de sol e calor excessivos. Por isso, mantenha o minhocário em lugar à sombra e arejado. Também é importante manter a terra úmida. Mas, se você não quiser ter todo esse trabalho mas deseja ter um minhocário em casa, sugiro que conheça os modelos prontos dos sites Minhobox , Ecobox e da Minhocasa . O grande benefício do minhocário, é permitir que conheçamos nossa rotina em relação aos alimentos, principalmente sobre o que estraga na geladeira. Quando identificamos nosso nível de desperdício, passamos a ter mais critério, tanto para comprar quanto para usar, reduzindo o desperdício de alimentos.

Minhocultura


Alguns Videos de COMPOSTAGEM E MINHOCULTURA:






ALUNAS: LETICIA MAY
LUANY SAVIATTO
SABRINA CACIATORI

Sustentabilidade na Arquitetura


Os arquitetos da atualidade devem ter uma preocupação a mais, além das usuais, com o modo de projetar suas edificações. È necessária uma preocupação com a maneira como se projeta o edifício, os materiais escolhidos, qual será o custo dessa obra, de uma maneira geral, a arquitetura precisa ser “sustentável”. Um edifício precisa utilizar o mínimo de energia e água possível, e, além de causar um impacto zero,deve causar impacto positivo no meio-ambiente. Levando em consideração que esse assunto é muito discutido atualmente, conseqüentemente estão sendo levantadas inúmeras propostas, com base em pesquisas avançadas e estudos realizados para que haja a evolução de técnicas e tecnologias sustentáveis, como por exemplo, energias menos poluentes, melhor aproveitamento, e menor desperdício de recursos naturais, cidades mais arborizadas, com mais áreas verdes e parques, e na arquitetura, devem ser utilizados materiais com baixo impacto ambiental, não somente na sua produção, mas também na sua vida útil, que não gerem resíduos agressivos ao meio ambiente e que possam ser reciclados posteriormente, utilizar, na residência, eletrodomésticos que tenham um baixo consumo de energia, e quando possível usar equipamentos que utilizem energia renovável, como painéis fotovoltaicos, coletores solares térmicos, mini-turbinas eólicas, bombas de calor geotérmicas, que são sistemas que aproveitam o calor o interior da terra, e além disso, projetar o edifício usando técnicas que tornem desnecessário o uso de condicionadores de ar, e que aproveitem água da chuva. “ A construção sustentável não custa mais caro, desde que integrada na etapa de concepção do edifício, ou seja desde a fase de projeto” Antonio Setin “ Além de gerar economia, a construção sustentável vai se valorizar. Ou seja, os imóveis sustentáveis terão maior valor de venda e revenda, em poucos anos” Alexandre Melão
Além de usar essa série de inovações tecnológicas, deve ser levada em conta a reabilitação das técnicas construtivas antigas, como a taipa de pilão e o adobe, que são técnicas simples cujo material utilizado é extraído do próprio local, como por exemplo, argila, areia, palha e água. Essas técnicas também são vantajosas quando estamos abordando a questão econômica, pois seu custo é bem baixo, em vista das construções tradicionais. Essa característica possibilita que a sustentabilidade não seja somente voltada para grandes edificações ligadas a grandes investimentos, mas sim a introdução da camada social desfavorecida nesse importante assunto, pois seria possível fazer conjuntos habitacionais populares a partir da utilização dessas tácnicas.



Charles Heinzen
Ediney Quintanilha
Tueilon de Oliveira