terça-feira, 28 de setembro de 2010

A primeira cidade sustentável do mundo( MASDAR) em Abu Dabi, um dos Emirados visinhos de Dubai

Cidade 'verde'


Segundo Norman Foster, da Foster and Partners, Masdar será livre de emissões de carbono, com 100% de sua energia fornecida por fontes renováveis.
A cidade deve abrigar também a maior fonte de energia fotoelétrica (conversão direta da energia solar em energia elétrica) do mundo.
Masdar também não terá desperdício, dizem os arquitetos, já que a previsão é de que 99% do lixo seja reciclado ou transformado em compostos.
Outra novidade é o transporte público da cidade, que não terá carros. De acordo com o planejamento urbano elaborado pelos arquitetos da Foster and Partners, nenhum pedestre terá que andar mais de 200 metros para ter acesso ao transporte público.
Além disso, a maioria das ruas da cidade terá apenas 3 metros de largura e 70 de comprimento para facilitar a passagem do ar e incentivar a caminhada.
"Masdar promete estabelecer padrões para as cidades sustentáveis do futuro", diz um comunicado da Foster and Partners, que considera a iniciativa como a "primeira cidade sustentável do mundo, será localizada nos Emirados Árabes Unidos.
Será possível construir uma cidade assim?







Benefícios de sustentabilidade
A adoção de ações de sustentabilidade garantem a médio e longo prazo um planeta em boas condições para o desenvolvimento das diversas formas de vida, inclusive a humana. Garante os recursos naturais necessários para as próximas gerações, possibilitando a manutenção dos recursos naturais (florestas, matas, rios, lagos, oceanos) e garantindo uma boa qualidade de vida para as futuras gerações.


Esse um tema realmente preocupante,sustentabilidade, confesso que tenho minhas
dúvidas se realmente essa cidade será sustentável , minha maior pergunta é de onde tiraram água potável tanto para beber,quanto para cuidar de toda vegetação artificial e etc. Ainda falta um longo caminho para estes projetos se tornarem realidade e uma referência para as demais cidades do mundo. Mas só a concepção e a tentativa de se construir com a pretensão de ter emissão zero de carbono, já é um passo à frente, significando uma esperança para que um dia, junto com mudanças culturais e nos hábitos de consumo, possamos ter uma sociedade que tenha como base uma economia urbana verde, limpa e sustentável.





Fontes :

Imagens- eubloger.spaces.live.com
ecolouca.wordpress.com
peregrinacultural.wordpress.com
desus21.blogspot.com


Textos - planetasustentavel .abril.com.br

Fabiano mattos alves

BICICLETA É O MEIO DE TRANSPORTE MAIS SUSTENTAVEL DO PLANETA!


Sustentabilidade é um conceito sistêmico, relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana trazendo medidas que sejam preenchidas as necessidades das atividades humanas.
Pensando na melhoria do ecossistema e na preservação do meio ambiente, no presente e no futuro. Vendo os problemas de poluição nas cidades, o estresse no transito e outros pontos negativos, um meio de transporte favorável é a bicicleta.
Para a sociedade moderna deixar seus carros em casa é bastante difícil, mas já pensaram no impacto ambiental que ele causa? Ele polui o ar, congestiona as ruas, degrada a cidade, causa estresse e favorece o sedentarismo.
No espaço de três carros (geralmente com uma pessoa) pode circular um ônibus com 60 passageiros ou 20 ciclistas. Todos esses pontos negativos podem ser amenizados, mudando seus hábitos. Substituir seu carro pela bicicleta, economiza traz a diminuição dos congestionamentos, reduzindo o uso do petróleo, sendo transporte barato, trazendo benefícios para a cidade e para a saúde.


A bicicleta é bastante usada em vários lugares do mundo, seja na China, em cidades do interior do Brasil ou em grandes cidades do norte europeu como Amsterdã ou Copenhague, onde quase 40% das pessoas usa a bicicleta para ir ao trabalho.
Um país que utiliza a bicicleta como o meio de transporte é a Alemanha, na cidade de Barcelona, onde lançaram um projeto BICING, onde a necessidade de reforçar e aumentar as opções de transporte local, bem como o desejo global de reduzir as emissões de CO2 motivaram a prefeitura da cidade de Barcelona a lançar o projeto da "Bicing" em 2007, que daria aos moradores da cidade um ambiente alternativo amigável aos ciclistas. Este caso mostra como Barcelona criou um sistema de compartilhamento de bicicletas de grande sucesso. É claro que levar as pessoas a deixar seu carro em casa exige uma alternativa. Para que seja eficiente, essa alternativa tem que ser atraente: um sistema simples, direto na operação, que exige muito pouco tempo do usuário. Paga- se por tempo na de uso das bicicletas, que ficam acopladas a um sistema e podem ser devolvidas em várias áreas da cidade. O sucesso do projeto é significativo. Quando as estações de bicicleta surgiram em março de 2007, o município achava que iria ter 40 mil usuários no primeiro ano. No entanto, em maio, já havia 1.500 bicicletas, 100 estações e 30 mil cidadãos adeptos. Após seis meses, o projeto tinha 90 mil usuários registrados. Hoje, são mais de 175.000 membros inscritos anualmente, que em conjunto contribuem para a média de 50 mil viagens de bicicletas por dia.


Mais de 50 mil usuários do Bicing em média por dia.





Esses sistemas vêm sendo criados não porque (apenas) é uma solução ecologicamente correta e porque andar de bicicleta é legal e feliz. Mas porque as bicicletas ajudam a solucionar problemas do trânsito.tente fazer pelo menos um dos trajetos diários com um meio de transporte alternativo!

O PLANETA AGRADECE!


http://www.sustentabilidade.org.br/
http://anapaulademelo.blogspot.com/2009_08_01_archive.html
http://www.cidadessustentaveis.org.br/boas_praticas/exibir/115


Débora Gonçalves

Programa Biocidade em Curitiba


A biocidade pode ser guia para a reorientação de um novo estilo de vida urbano. A preservação ambiental é um dos pilares estratégicos do processo de planejamento que a cidade de Curitiba vem realizando há mais de 40 anos.
O programa de biocidade tem por objetivo reduzir perdas de biodiversidade local envolvendo ações especificas como a reintrodução de plantas nativas, a erradicação de plantas exóticas e educação ambiental.
Ao considerar a preservação da biodiversidade urbana sob uma perspectiva sistemática, Curitiba tranqüiliza um fato: a sustentabilidade ambiental do planeta depende, necessariamente, da sustentabilidade das cidades.
O programa de BIOCIDADE, lançado em 2007, aprimora conceitos de gestão ambiental, abrange projetos que abordam um amplo conjunto de questões urbanas e apresenta um menu importante de soluções inovadoras.
Entre os projetos abordados encontra-se o projeto plantas nativas ornamentais que busca resgatar a biodiversidade urbana, através da utilização da flora regional nativa.

O programa inclui ainda, projetos com o objetivo de substituir espécies invasoras com espécies florestais nativas, tendo como objetivo reduzir os impactos ambientais, tais como a luta contra as espécies nativas por espaço e alimento, propagação de doenças e mudanças drásticas nas características dos ecossistemas.

Através do Programa de BIOCIDADE, 80 mil mudas ornamentais foram plantadas em Curitiba, as aves, a fauna aquática, os macroinvertebrados e os mamíferos também merecem atenção especial do programa, através Nativa e do Projeto Fauna Exótica.
As ações de Educação Ambiental alcança grande repercussão na comunidade, através da distribuição de cartilhas e folhetos que destacam a biodiversidade da vida no ecossitema urbano. Algumas escolas são bosques nas proximidades, que foram adotados como no exterior laboratório, onde as crianças interagem com a natureza e levam para casa noções básicas de responsabilidade ambiental.

A cidade de Curitiba foi escolhida para receber o prêmio Globe Award Sustainable City 2010, ofertado pelo Globe Forum, entidade sueca que reúne empreendedores preocupados com a sustentabilidade global. A cidade foi escolhida por unanimidade pelo comitê, com a apresentação do programa Biocidade, que condiciona todas as ações do município à questão ambiental. Entre outras coisas, o programa incentiva a população a conhecer as espécies vegetais nativas da capital e região metropolitana para ajudar a preservá-las.
Muito antes o mundo ficou preocupado com o aquecimento global, Curitiba já estava planejada para reduzir a emissão de carbono, oferecendo a população um sistema de transporte de massa, ao mesmo tempo confortável, rápido, eficiente e econômico: o ônibus. Menos carros nas estradas, o trafego mais organizado, menos poluição. Mais conforto, mais rapidez e mais economia para o usuários, a cidade creceu ao longo dos eixos do massa sistema de transporte.

Curitiba talvez seja uma das cidades que tem maior preocupação com a meio ambiente, com os impactos ambientais que vem ocorrendo, inclusive no Brasil, o programa da Biocidade é uma maneira bem clara de Curitiba demonstrar essa preocupação e tentar fazer com que, as pessoas, não só da cidade mais do restante do mundo tomem consciência do que está acontecendo e tentar fazer algo para amenizar os impactos que ainda estão por vir. Não pensar apenas em "itens" isolados, mais pensar em um todo, como plantas nativas, questão dos animais, poluição, coisas que juntas causam grandes problemas para a cidade, para o planeta, para todo o Universo.

http://www.orbitas.com.br
www.biocidade.curitiba.pr.gov.br/


Patrícia Goulart

Carros Ecológicos: A um passo da realidade.


Carros Ecológicos: A um passo da realidade.

A necessidade para aquisição de um automóvel é cada vez maior em todo o mundo, seja por falta de transporte público, comodidade, ou vaidade, e essa quantidade imensa de carros rodando 24 horas por dia agrega ao planeta, às vezes inconscientemente, a poluição, pois os carros são a principal fonte de contaminação do ar: os gases emitidos pelos mesmos são responsáveis por 40% da poluição nas grandes cidades, a queima de gasolina liberta o monóxido de carbono, e respirar este gás faz mal para o coração, provoca náuseas, enjôo, dor de cabeça e prejudica os pulmões. E pode-se salientar também outro fator negativo do automóvel que é a utilização desenfreada de um recurso não-renovável: o petróleo.




Pensando nesse problema, já existem no mercado carros elétricos, que causam menor impacto ao meio ambiente, pois são movidos por motores elétricos, utilizam baterias recarregáveis e dispensam o emprego de gasolina. Eles também geram menos poluição sonora.
O marcador de combustível é semelhante nos dois tipos de veículos e se a bateria ficar fraca, o medidor do carro elétrico aponta para baixo, assim como a falta de gasolina.



Um quilômetro em um carro elétrico custa aproximadamente sete centavos, e em um carro movido à gasolina vinte centavos. Porém, as baterias duram por cerca de 30 mil km e custam quatro mil reais. Na média final, o carro elétrico consome vinte e dois centavos por quilômetro, dois a mais que os carros tradicionais. Contudo, o meio ambiente agradece, e essa tecnologia pode ser aprimorada gerando ainda mais economia aos usuários.




E ainda, quando inutilizados na garagem, os carros podem servir não só para estabilizar a rede elétrica, mas também como fonte de suprimento no caso de falta de energia.
Estimativas indicam que, daqui a 10 anos, até 50% dos novos carros nos Estados Unidos serão elétricos.
E no Brasil a Fiat lançará um modelo do Fiat Palio Weekend na sua versão elétrica no ano de 2011, e será o primeiro carro elétrico produzido no Brasil. O carro é praticamente igual ao um carro movido a combustível.

Referências:
http://veja.abril.com.br/multimidia/galeria-fotos/carro-eletrico-brasileiro
http://www.atitudessustentaveis.com.br
http://ambilog2006.blogspot.com/2006/12/os-carrose-poluio.html



Aluna: Talita Fraga Rinaldi
Arquitetura e Urbanismo
Prof. Michelle Benedet

DONGTAN - A primeira cidade sustentável do mundo, na China.



Fonte: (http://popupcity.net/page/21/)



Fonte: (http://www.virtualpoleis.it/galleria_fotografica.php?id_primopiano=176&immagine_i=3)


O governo chinês está erguendo um projeto que promete mudar o cenário local. Trata-se da cidade de Dongtan, que deverá se tornar a primeira cidade ecológica do mundo em 2010.



Fonte: (http://www.wired.com/wired/archive/15.05/feat_popup_sb.html)

“A cidade sustentável que queremos construir promove inovações e mudanças fundamentais na infraestrutura social, económica e ambiental. As principais operações ajustam estas infraestruturas como suportes: a infraestrutura social, como suporte da mobilidade social, inclusão e competitividade; a infraestrutura económica, como suporte de incentivos que promovam uma base económica sustentável e competitiva; e a infraestrutura ambiental, como suporte da qualidade de vida. Finalmente, a infraestutura física deve ser um suporte flexível e facilitador das outras infraestruturas.” (Fonte: Equipe multidisciplinar, a ARUP, dirigida pelo arquitecto chileno Alejandro Gutierrez)


Fonte:(http://oursurprisingworld.com/7-modern-wonders-of-green-technology-conceptual-and-actual-ecological-designs-of-the-future-2/)

A abertura da Exposição Mundial de 2010 em Shanghai marcará a revelacão da eco-cidade recentemente construída de Dongtan. A primeira de quatro eco-cidades a ser construídas na China pela Arup, Dongtan, será amiga do ambiente, com emissões zero de efeito de estufa e sistemas auto-suficientes de água e de energia.
Nesse contexto, ganha importância o conceito de ecocity – uma cidade pensada para ser inteiramente sustentável, como Dongtan, na China.



Fonte: (http://www.jeffreyching.com/2008/04/21/dongtan-eco-city/)

A cidade está a ser projetada como um conjunto de pequenos bairros, para que os percursos sejam preferidos em vez dos amigos do carros. O planejamento urbano em pequenos núcleos favorecerá deslocamentos a pé ou de bicicleta.



Fonte: (http://blog.lib.umn.edu/evans391/architecture/)

Dongtan gerará todas as suas necessidades de energia a partir das fontes renováveis, com emissões zero produzidas pelos veículos citadinos.
Um centro de energia controlará a geração através das turbinas de vento, dos combustíveis biológicos e do material orgânico reciclado.
Uma grande parte do lixo e desperdícios será reutilizado, e o lixo orgâncio será adubado ou usado como biomassa para a produção energética adicional.



Fonte (http://markitscience.blogspot.com/2008_02_01_archive.html)

A água do saneamento será processada para a irrigação e adubagem, e daqui não haverá nenhum desperdício nas operações de descarga.
A cidade está sendo projetada como uma vila, onde as casas serão planejadas para tirar o melhor proveito possível das condições naturais do clima, diminuindo o uso de sistemas de aquecimento ou resfrimento, que consomem muita energia, os prédios terão no máximo 6 andares, dispensando o uso de elevadores, também visando o consumo de energia.



Fonte: (http://on10.net/blogs/jesse/Greenprint-for-the-future-Dongtan-China/)

A primeira fase de Dongtan, uma vila costeira com uma população de 20.000 pessoas, estará concluída em 2010, e espera-se que 80.000 habitem este pedaço de paraíso em 2020.




Fonte: (http://me222.wordpress.com/2008/05/06/)

POSTAGEM:

ARQUITETURA E URBANISMO - 2010-02
UNISUL - UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA
ACADÊMICA: RAIANE ZAPELINI DA SILVA
DISCIPLINA: HABITABILIDADE II
PROFA: MICHELLE BENEDET

Programas de reciclagens


Será que o homem está preparado para começar a realizar tarefas ‘simples’ como a de dar destinação adequada ao lixo produzido???
Hoje o lixo é uma das grandes preocupações para o mundo inteiro. Só no Brasil, cada pessoa gera, em média, um quilo de lixo por dia, alcançando um total anual de 55 trilhões de quilos.
O lixo brasileiro é como um dos mais ricos do mundo, mas o grande problema é que não está sendo dada a devida importância às questões relativas ao saneamento ambiental, à coleta e principalmente a destinação adequada dos resíduos. Os lugares onde a população acaba jogando os lixos, como em nascentes, córregos, margens de rios e estradas, atraem desempregados e famintos, que sobrevivem catando lixo, e então provocam problemas ambientais graves e poluem as águas, que muitas vezes são captadas para consumo.
Em todo o canto do Brasil, não somente em grandes capitais como em cidades pequenas, encontramos catadores de lixo, situação desagradável, fruto da MISÉRIA, do DESEMPREGO e da busca pela SOBREVIVÊNCIA.
O programa da Unicef preconiza a necessidade de mudar a vidas dos que vivem em condições de absoluta pobreza. Com as alternativas: catação nos lixões por coletas seletivas, com a participação das famílias dos catadores, gerando postos de trabalho e renda para as mesmas.
Cerca de 35 % do lixo coletado poderia ser reciclado e outros 35 % poderiam ser transformados em adubo orgânico. E a reciclagem gera novos empregos, inclusão social, preservação, diminuição da poluição, reutilização e economia, comercialização e receita, consciência e qualidade de Vida.
As devastações, falta de espaço para armazenar, contaminações, proliferação de doenças, muita pobreza e fome, são problemas encontrados com a falta de reciclagem.
Em alguns municípios brasileiros já contam com a coleta seletiva de lixo e usinas de reciclagem. Como por exemplo Curitiba (PR), com o programa "Lixo que não é lixo", implantado há 10 anos, é exemplo de experiências bem sucedidas.
Mas, de acordo com o levantamento da Unicef sobre a destinação final do lixo no Brasil, constata-se uma precária situação na maioria dos municípios: 88% deles não possuem conselho de meio ambiente, tido como principal instrumento de controle dos problemas ambientais. Apenas 34% das cidades têm um órgão ambiental especifico, em 25% são outras instâncias que respondem pela área ambiental e em 41% não há qualquer órgão responsável pela gestão ambiental. (COMPAM)



Fontes: http://www.compam.com.br/art_lixodia.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Reciclagem

Laila Tramontin

Novas reportagens!!

Novas reportagens sobre sustentabilidade e meio ambiente serão postadas pelo 3º semestre da turma 2009/2.



(fonte: Carlos Ruas)